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Leitura Bíblica: Mateus 18:21-35

Jesus respondeu (a Pedro): Eu lhe digo: Não até sete, mas até setenta vezes sete (Mateus 18:22).

O que é mais difícil: perdoar ou pedir perdão? Creio que nenhum dos dois seja fácil. Quem não tem questionamentos sobre este tema? A Bíblia relata que um dos discípulos de Jesus Cristo, Pedro, tinha dúvidas a respeito do perdão. Certa vez, ele perguntou ao Filho de Deus: “Quantas vezes devemos perdoar a mesma pessoa que nos ofende?” Quem sabe, esta seja também a sua dúvida. Quando pensamos nisso, com certeza deve aparecer algum número. Pedro foi rápido, pois ele mesmo deu a sugestão: “Sete vezes?” Naquela época, a tradição dos rabinos ensinava que se deveria perdoar a mesma pessoa no máximo três vezes. Será que Pedro quis impressionar Jesus sugerindo que se deveria perdoar mais que o dobro do exigido?

Seja qual tenha sido a intenção de Pedro, Cristo foi além quando respondeu o que está registrado no versículo em destaque. Não sei quanto a você, mas a primeira interpretação que faço ao ler este texto é multiplicá-lo: 70 x 7 = 490 vezes. Será que Jesus revelou a fórmula perfeita que nos leva à quantidade exata para o perdão? Penso que é impossível contar que perdoamos quatrocentos e noventa vezes a mesma pessoa que nos ofende. É exatamente isso que Cristo quer nos mostrar. Enquanto buscamos por meio da nossa razão um cálculo para limitar o perdão, Ele ensina que o nosso perdão tem que ir além: deve ser ilimitado. Será que conseguimos contar quantas vezes Deus já perdoou as nossas ofensas? Temos de lembrar que Jesus Cristo nos ensina a pedir ao Pai: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Não sei se pensamos nisso quando oramos o Pai Nosso, mas nesta parte confessamos que queremos que Deus perdoe nossos erros da mesma forma que perdoamos aos nossos ofensores.

Como você tem praticado o perdão na sua vida? – DS

Quem conta seus perdões, não perdoou, porque perdoar é destruir a ofensa e não se pode contar o que não existe.

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“Assim como água reflete o rosto, o coração reflete quem somos nós.”
Provérbios 27:19.        (via paraomestre)
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“Ele é atraente…
Atraiu-me para si pelo seu bom caráter e seu amor pelas coisas divinas.
Aqueles olhos…
Olhos espirituais que vêem tudo e todos como os vê o Pai.
Que rosto lindo…
Resplandecente pela luz de Jesus Cristo!
E que corpo…
Totalmente luminoso por causa da santidade do seu olhar espiritual.
O seu jeito de andar…
Abençoados são seus pés por onde andam, por pregar a Palavra com amor e temor!
Quando encontramos alguém que vem de Deus, nossos olhar físico sobre ele já não faz mais sentido.
— Camila Caren Vasconcelos (via poesiiar)
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A Bíblia nos ensina que recebemos a vida eterna pela graça de Deus, não por nosso esforço: “Vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isso não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9). Contudo, a vida com Deus resulta em boas ações: “Somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2:10). Tiago diz que tais ações demonstraram nossa fé em Deus: “Mostre-me sua fé sem obras, e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras” (Tiago 2:18b).

Na parábola sobre o Reino dos céus que você acabou de ler, Jesus enfatiza justamente esta necessidade. Ele fala de um homem que chama seus servos e confia a eles seus bens em forma de talentos, uma unidade monetária da época. Os dois primeiros mostram disposição e saem imediatamente para aplicar a quantia recebida, de modo que esta veio a multiplicar-se. Já o último apenas enterra o valor que ganhou. Enquanto os primeiros foram elogiados e recompensados pela sua atitude, o outro foi repreendido e perdeu o que tinha.

A Palavra de Deus continua sendo a mesma e válida para seus leitores atuais. Também de nós Deus espera disposição para administrar com fidelidade tudo o que recebemos dEle. Podemos seguir o exemplo dos dois primeiros servos e usar bem o que nos foi confiado, mas infelizmente também podemos agir conforme o último personagem da história. E, pelo que me parece, em nossos dias encontramos muitas pessoas “enterrando” o que receberam do Pai. Se a maioria dos cristãos agir assim, a declaração de Jesus registrada no versículo em destaque continuará a ser uma realidade: poucos servindo a Deus, apesar da grandiosidade da obra a ser feita. O que você esta fazendo com aquilo que Deus lhe deu? Quero motivá-lo a colocar-se à disposição e realizar as boas obras que Deus espera de você. – MP

O que recebemos de Deus pode – e deve – ser usado para glorificá-lo.

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“Quer se matar? Imagine isso. Você chega em casa da escola um dia. Você teve mais um dia horrível. Você está pronta para desistir. Então você vai para o seu quarto, fecha a porta, e tira a carta de suicídio que você tenha escrito e reescrito. Você pega os remédios e os leva para a sua cama. Você toma todos, enquanto passa a lâmina fundo na veia, segurando a carta contra o seu peito, você fecha os olhos pela última vez. Algumas horas mais tarde, o seu irmão mais novo bate à sua porta para lhe dizer que o jantar está pronto. Você não responde,então ele abre a porta.Tudo o que ele vê é você deitada na sua cama, ele pensa que você está apenas dormindo. Sua mãe vai para o seu quarto para acordá-la. Ela percebe que algo está estranho. Ela pega o papel em sua mão e o lê. Soluçando, ela tenta acordá-la. Ela está gritando o seu nome. Seu irmão, tão confuso, corre para ir contar para o pai que “a mamãe está chorando e sua irmã não vai acordar.” Seu pai vai para o seu quarto. Ele olha para a sua mãe, chorando, segurando a carta ao peito, sentada ao lado de seu corpo sem vida. Ela com dificuldade, fala pra ele o que está acontecendo, e ele grita. Ele grita e joga alguma coisa na parede.E, em seguida, caindo de joelhos, começa a chorar. Sua mãe rasteja até ele, e eles se sentam lá, abraçados, chorando. No dia seguinte, na escola, há um anúncio. O diretor diz a todos sobre o seu suicídio. Leva alguns segundos para que de a noticia concreta, e uma vez que ele conta, todo mundo fica em silêncio. Todo mundo culpa a si mesmos. Seus professores acham que eles foram muito duro com você.Essas meninas populares, pensando em todas as coisas que você disseram pra você. Aquele menino que costumava te provocar e chamar-lhe de nomes feios, ele não pode ajudar, mas ele agora odeia a si mesmo por nunca lhe dizer o quão bonita você realmente era. Seu ex-namorado, que terminou com você Ele não pode lidar com isso. Ele se desespera e começa a chorar, correndo para fora da escola. Seus amigos? Eles estão chorando muito, querendo saber como eles nunca poderiam ver que algo estava errado, desejando poder ter te ajudado, antes que fosse tarde demais. E sua melhor amiga? Ela está em choque. Ela não pode acreditar. Ela sabia o que estava passando,mas nunca pensou que chegaria a tal ponto Ela não consegue chorar, ela não consegue fazer nada. Ela se levanta, caminha para fora da sala de aula, e só cai no chão. Treme, grita, mas as lágrimas não saem. Alguns dias depois, em seu funeral, a cidade inteira praticamente estava lá. Todo mundo sabia quem era você, a menina com o sorriso brilhante e personalidade borbulhante. Muitas pessoas falam sobre todas as boas lembranças que tiveram com você,havia um monte. Todo mundo está chorando, o seu irmão mais novo ainda não sabe que você matou a si mesmo, ele é muito pequeno para entender as dimensões disso. Seus pais só disseram que você morreu.Dói muito. Você era a irmã mais velha, que estava sempre lá para ele. Sua melhor amiga, ela permanece forte, durante todo o velório,mas assim que começam a baixar seu caixão no chão, ela só grita, jogando-se no chão. Ela chora e chora e não pára por dias. É dois anos mais tarde. A vida de todos continua, mas não necessáriamente voltou ao normal. Aquelas meninas populares têm distúrbios alimentares agora. Aquele menino que costumava provocar você se corta. Seu ex-namorado não sabe como amar mais e apenas dorme por aí com as meninas. A sua melhor amiga? Ela tentou se matar. Ela não teve sucesso como você, mas ela tentou… O seu irmão? Ele finalmente descobriu a verdade sobre sua morte. Ele também se machuca agora, ele chora à noite, ele faz exatamente o que você fez durante aqueles anos que antecederam seu suicídio. Seus pais? Seu casamento se desfez. Seu pai tornou-se um viciado em trabalho para se distrair da sua morte. Sua mãe foi diagnosticada com depressão e apenas repousa na cama o dia todo. Conclusão? Suas escolhas não vão apenas afetar você. Elas vão afetar a todos. Não termine a sua vida ainda, você tem muito para viver. As coisas não vão ficar melhor se você desistir. Não importa de onde você veio, não importa quem você é, você tem chances de vencer.”
@0ikidrauhl (via oxigenio-dapalavra)
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“Passei na frente daquele hotel onde a gente ficou na nossa primeira viajem juntos. Andei devagar naquela calçada onde à gente virou a noite conversando. Eu senti a sua falta. Eu sempre sinto a sua falta. Apesar do tempo, dos novos amores, da distância e de tudo, não há um dia em que eu não pense em você e não queira trazer tudo para o presente. Não há um dia em que eu não sinta vontade de deixar tudo para trás só pra ver se por algum motivo absurdo tudo volta a ser como era. Tudo volta pro seu lugar, ou sei lá, se você volta pra mim. E eu tenho esperança. Uma esperança que não é forçada. É apenas banal. Eu sei que você não vai voltar e mesmo que voltasse, eu sei que nada seria como um dia foi. Então, é uma esperança idiota, um jeito que eu encontrei pra poder sonhar com a vida de novo. Pra poder fazer planos e imaginar um dia depois de hoje. Sei lá, até imaginar os meus próximos anos de vida. É engraçado na mesma relevância em que é trágico e triste. É como se fosse um filme de comedia romântica, mas isso só se encaixa na primeira parte. Depois, é um verdadeiro drama. Daqueles dramas que você não suporta ver o filme até o fim. É nostálgico. Sabe, uma bela história de amor que por alguma razão sem sentido do destino se acaba. Se esvaece aos poucos dentro de um dos corações. Se acaba pra um dos dois. E se fortalece para o outro. O outro que sofre. Que sofre até o fim. Fim do filme. Fim da vida. E eu concordo, não existem finais felizes. Mas existem finais tristes, e nesses o para sempre também existe.”
Drama e não esses romances banais - vestigiar.   (via vestigiar)
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“Vou começar esse e-mail me desculpando. Por tudo que eu fui, ou por tudo que não fui. Acredito que você tenha detestado algumas das minhas atitutes, ou a falta delas. Sei que fui arrogante, irritante, detestável e mil outras coisas. Eu falei demais, falei pelos cotovelos coisas absurdas, muitas asneiras. Falei abobrinhas, batatinhas e cenouras. Desculpa. Mas eu tentei ser o melhor pra você, porém não consegui. Eu fiz o possivel e o impossivel para que isso acontecesse. Eu fui o pior. O cretino, o imprestável, o idiota. Fui tudo, menos um companheiro, um amigo. Desculpa também por achar que você é uma propriedade privada minha. Eu não percebi que você tinha sua vida, seus amigos, seu trabalho, seus deveres. Desculpa por ter bagunçado sua vida, ter virado ela de cabeça pra baixo. Eu não queria ter desistido de nos. mas aconteceu.”
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5 months ago · 432 notes · reblog
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“Em meio a tantas promessas incumpridas, você se foi. Me deixou, de braços abertos e mãos atadas. Como se nada houvesse acontecido, ou talvez tivesse. Mas não tive escolha, sou o resto, como de costume ando sozinha por ai. Sem ninguém. Já estou acostumando com a solidão. Ando compreendendo esses tropeços que a nos vida dá, e que volta-e-meia acaba tirando pessoas dos nossos lados. Porque na verdade, nada é pra sempre. Nunca foi, e devo confessar que aprendi isso da pior forma possível no planeta.”
Giovanna, Bullyss. (via cycloness)
via  ifuseekammy  (originally  mthfucks)
5 months ago · 72 notes · reblog
originally mthfucks · via ifuseekammy
“Vão se passar 5, 10, 50 anos. Então alguém vai falar o nome dele. E você ainda vai saber quem é. Suas manias. Dos risos. Mesmo que seja passado, você sempre vai sentir falta dele.”
Remontado (via cycloness)
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